
Pergunta-se: “Quem é considerado pela história tradicional o primeiro português á chegar oficialmente ao Brasil?”.
Pergunta-se: “Se os portugueses não tivessem ‘descoberto’ o Brasil, como viveríamos hoje?”.
Para responder a primeira pergunta, há uma resposta certa: “Pedro Álvares Cabral”. Para a segunda pergunta, há uma infinidade de respostas possíveis.
No primeiro caso, para responder a pergunta, você utiliza principalmente a sua memória; no segundo caso você utiliza preponderantemente a imaginação. De acordo com a pergunta você pode colocar a sua mente em modos diferentes de funcionamento. No primeiro exemplo estamos utilizando o que chamamos de “pensamento convergente” no segundo o “pensamento divergente”.
Quando você quer ter novas idéias é interessante trabalhar com o “pensamento divergente”: procure várias alternativas, pense de forma ampla, procure fazer associações com coisas diversas, liberte a imaginação, deixe de lado a lógica, não fique satisfeito com apenas uma primeira resposta encontrada. Uma boa dica para colocar o pensamento divergente em marcha é fazer uma pergunta bem aberta e respondê-la com a imaginação.
Às vezes realmente a pergunta é mais importante que a resposta. Pense nas perguntas que você faz frente um problema, não faça apenas uma pergunta e imagine várias respostas.
Depois que você tem uma coleção de respostas possíveis é a hora de selecionar a melhor entre elas. Neste momento utilize o “pensamento convergente”: consulte o seu senso critico, coloque sobre as alternativas uma visão lógica, use o bom senso e escolha a alternativa que parece ser a melhor solução para o problema. Para o pensamento convergente use perguntas mais fechadas e a “lógica” para dar resposta.
Experimente:
- Não se pergunte apenas:
- Mas, Pergunte-se:
Como eu poderia agradar mais clientes?
O que meus clientes tradicionais mais gostam, como posso fazer isto ainda melhor?
Use o poder da pergunta a favor da sua criatividade !!!
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